Radar Uiraunense / Radar Rádios

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Governo propõe salário mínimo de R$ 979 em 2018

O anuncio da meta do governo central contida na Lei de Diretrizes Orçamentárias que será enviada ao Congresso é superior à previsão anterior, de um rombo de 66 bilhões de reais. (Ueslei Marcelino/Reuters)
O governo vai propor um salário mínimo de 979 reais no Orçamento de 2018, ante os atuais 937 reais. A informação foi dada durante anúncio anúncio da meta fiscal para o próximo ano em evento no Palácio do Planalto com os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira.

O aumento projetado pelo governo é de 4,5% em relação ao valor em vigor neste ano. A regra de atualização do salário mínimo prevê que, até 2019, seja aplicada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior ao reajuste mais o crescimento do PIB de dois anos antes.

Em 12 meses, o INPC acumula alta de 4,57%, segundo divulgou o IBGE na manhã desta sexta-feira. Quando o PIB é negativo, como na queda de 3,6% em 2016, ele não é considerado na conta



FONTE - VEJA
(Com Reuters)

Estado demite servidores em Uiraúna com mais 20 anos de trabalho

Servidores contratos pelo governo do Estado da Paraíba e que prestavam serviço há muitos em órgãos públicos de Uiraúna foram demitidos sumariamente pelo governador Ricardo Coutinho.

As demissões  aconteceram no início desse mês de abril. Um grupo de prestadores de serviço que trabalhavam em escolas estaduais foram comunicados dos seus afastamentos através de um recado enviado pela 9ª Regional de Educação, sediada em Cajazeiras.

Segundo a informação repassada ao COFEMAC, foram 3 servidores da escola de Quixaba; 3 da escola Ernany Sátyro; 5 do colégio estadual José Duarte Filho; e 10 da escola Jovelina Gomes.

O grupo demito em Uiraúna é formado por servidores com tempo de serviço acima de 20 anos.  Segundo eles, todos cunpriam suas funções trabalhando nos dois expedientes.

Os trabalhadores demitidos estão revoltados com o que chamam de 'atitude covarde' tomada pelo governo do estado contra eles.


FONTE - COFEMAC